A vida só começa depois do café...

 

Um pouco de história...

A família Amore veio para o Brasil em meados de 1890, instalando-se na região de Coconde – SP e Muzambinho – MG.

Suas terras se estendiam pelas divisas dos dois Estados, alternando entre a criação de gado e o cultivo de café. Já, naquela época, observava-se grande aptidão das terras mineiras para a produção de cafés diferenciados. Dando continuidade a essa sabedoria, o empresário Luiz Fernando Amore, consolidou o trabalho de seus antepassados.

Com o dom aflorado pelo sangue e um professor de Classificação e Degustação de café, reconhecido em todo país, Claudio Manoel da Costa, ambos mapearam e catalogaram as principais lavouras de cafés diferenciados do Sul de Minas. Grande parte dessas lavouras localizadas, hoje, na Fazenda São Mateus. Com a arte do cultivo e preparo de cafés bem aprendida, em 1999, Luiz Fernando criou a empresa Amore – Excelência em Cafés Especiais, atual destaque do mercado de cafés especiais, por preparar um produto superior, com produção artesanal e utilizando grãos apenas Arábica.

 

Café único...

No blend café Amore são reunidos frutos 100% Arábica, das variedades Mundo Novo, Bourbon Amarelo e Catuaí Vermelho. O corpo oscila entre médio e forte. Acidez acentuada. Bebida equilibrada em notas achocolatadas e carameladas, oscilando para o frutado, dependendo do ano safra. Leve amargor. Grãos peneira 16 ac.

 

Localização privilegiada...

O café Amore é produzido artesanalmente na Fazenda São Mateus e Sítio Lara, a 1.300 m de altitude, no início da Serra da Mantiqueira, em Muzambinho, Sul de Minas Gerais.

 

Riqueza de detalhes...

A colheita é feita quando as lavouras apresentam maturação dos frutos de 80%, de forma semi-mecanizada, com a utilização de derriçadeiras manuais.

O café é derrubado em ‘’panos’’ (para não haver contato com o solo e mistura de grãos fermentados) e levado para o lavador/separador.

O processo de lavagem consiste em separar os grãos verde, cereja e passa.

O cereja é conduzido ao despolpador/descascador.

O passa é seco naturalmente no terceiro cimento e o verde também é seco no terceiro mas é excluído do processo de torra do Café Amore, sendo vendido diretamente para armazéns ou cooperativas.

Os grãos são secos até atingirem de 11,5% a 12,6% de umidade. Essa secagem pode ser feita apenas em terreiros de concreto ou com o auxílio de secadores

Após a secagem, os grãos passam por benefício e rebenefício. O rebenefício é a passagem dos grãos pelo ventilador, catador de pedras, peneiras que separam grãos peneira 16ac e por último na Eletrônica, que retira o PVA (preto, verde, ardido). Concluída essa fase, o café é ensacado e armazenado para descanso antes da torra de, no mínimo, três meses.

 

Selecionado e torrado no ponto certo...

O café ainda passa por outro processo de classificação antes da torra, que consiste na sua análise sensorial, onde é avaliado o tipo de bebida em função do sabor e do aroma. No blend do Café Amore são usados grãos duros +, mole e estritamente mole.

Ou seja, as melhores Classificações. As torras são feitas de acordo com a umidade de cada micro lote a ser torrado, variando assim o ponto em que o café é tirado do torrador. A torra pode variar entre clara, média ou escura. Essa especificação auxilia na maior durabilidade do produto após envasado.

 

Uma dose de conhecimento...

A determinação da qualidade da bebida, conhecida como análise sensorial, é realizada segundo o sabor e o aroma que o café apresenta na prova de xícara. Essa classificação é quase tão antiga quanto a história do café no Brasil. Surgiu no início do século XX e foi adotada pela Bolsa de Café e Mercadorias de Santos, a partir de 1917.

Em ordem decrescente e de acordo com a tabela oficial de classificação pela bebida, o café é classificado como "estritamente mole", "mole", "apenas mole", "duro", "riado", "rio" e "rio zona".

 

O resultado final

Tudo isso chega à você com um Café Especial, com sabor único e diferenciado.

Café Amore, mude seus conceitos sobre café